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4/13/2016

Banda Expresso Cool (Portugal) interpreta Quero que vá tudo pro inferno




Por: Armindo Guimarães
Doutorado em Robertologia Aplicada e Ciências Afins
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Há muito que a fama do Rei Roberto Carlos ultrapassou fronteiras e o seu prestígio internacional deve-se, sem dúvida, não só à sua interpretação como cantor, mas também como compositor. Daí que não seja de admirar que muitos cantem as suas músicas, não só no próprio Brasil, mas também nos países latino-americanos e até naqueles que talvez não esperássemos, como é o caso da Finlândia, Hungria, Roménia, República Checa, Grécia, Japão, Holanda, Inglaterra, França, Canadá, Estados Unidos e outros.

Mas desta vez vou falar de um país em particular, neste caso de Portugal, onde Roberto Carlos tem sido cantado por muitos artistas da música, destacando-se Nuno da Câmara Pereira, Marco Paulo, GNR – Grupo Novo Rock e José da Câmara, este último tendo editado em 2010 um álbum sob o título “Emoções”, no qual une o encanto da guitarra portuguesa, viola e viola baixo, a alguns dos clássicos do “Rei”.
Banda Expresso Cool

Acontece que recentemente fui surpreendido ao ver num vídeo uma atuação ao vivo com o tema “Quero que vá tudo pro inferno”, pelo Expresso Cool, uma banda de quatro elementos criada em 2015. E digo que fiquei surpreendido porque inicialmente pensei que ia estar perante uma nova versão, quando, na verdade, os Expresso Cool optaram por interpretar a regravação de 2006 do GNR. É evidente que para mim e para quem como eu é um apreciador da obra de Roberto Carlos, é sempre com muito agrado que apreciamos quem tem a “coragem” de interpretar músicas de Roberto Carlos, já que é sabido o facto de muitos gostarem mas não admitirem, quiçá por estarem imbuídos de ideias preconcebidas. Mas isto é outra história que já tive oportunidade de abordar em “José da Câmara canta Roberto Carlos e nós, pimba, aplaudimos!”

No vídeo do Expresso Cool, deixei o seguinte comentário: “Essa música é um marco da carreira do Rei Roberto Carlos. A interpretação do Expresso Cool está fixe, mas acho que perderam uma boa oportunidade de fazer melhor em vez de optarem pela versão do GNR. Penso eu de que...”, o qual obteve do Expresso Cool, a seguinte resposta: “Caro amigo, tem muita razão no que diz em relação ao Roberto Carlos. Este foi um tema que não só marcou a carreira dele, como também a dividiu! Passado alguns anos ele deixou de cantar esse tema devido ao texto que já não se aplicava ao estilo de vida muito religioso pelo que tinha optado. Para sermos sinceros, muitas das músicas do nosso repertório têm várias versões e interpretações ao vivo. Esta é uma boa oportunidade de tirarmos a versão original deste tema específico, dando obviamente a nossa interpretação! Mais uma vez agradecemos o apoio e a apreciação crítica do nosso trabalho! Cumprimentos.”

Vendo a interpretação do Expresso Cool, ficou-me a sensação de estar perante uma banda que promete dar cartas, não por ter interpretado uma música do Roberto Carlos, é claro, mas pela forma como a interpretou, e que eu mesmo, sendo um leigo na matéria, tenho para mim que ficou muito à frente da do GNR (ver aqui).

Por isso, vou ficar atento ao Expresso Cool, esperando que outros bons ventos soprem das Terras de Viriato.

Expresso Cool – Quero que vá tudo pro inferno


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Armindo Guimarães

Sobre o autor

Armindo Guimarães - Doutorado em Robertologia Aplicada e Ciências Afins e Escriva das coisas da Vida e da Alma. Administrador, Editor e Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Leia Mais sobre o autor...

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