Fotógrafo J.R. Duran em entrevista à TV Brasil na segunda (21).

 J.R. Duran

 
Alba Bittencourt
Portal Splish Splash

 
Cantor Maurício Mattar, coreógrafo Rodrigo Pederneiras, exposição sobre Tropicália e dicas de oratória são assunto no “Sem Censura” de segunda-feira (21), às 17h, na TV Brasil.

O pograma Sem Censura de segunda-feira, dia 21, recebe o cantor e compositor Maurício Mattar, que se apresenta dia 23 no Rio de Janeiro, ao lado do cantor Alexandre Pires. O show é parte do projeto “Mattar conVIDA”, que já percorreu diversas regiões do país e celebra os 20 anos de carreira musical que Mattar completou em 2015. Ao longo desse tempo, o cantor gravou mais de 50 canções próprias em nove álbuns.


A exposição “Tropicália – Um Disco Em Movimento”, está em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. O curador Fred Coelho dá detalhes da exposição, que comemora os 50 anos do movimento cultural ocorrido no final dos anos 1960. O evento conta com shows de Pato Fu, Céu, Pedro Luis E A Parede e Tom Zé.

A apresentadora Vera Barroso conversa também com o bailarino Rodrigo Pederneiras, que assina a coreografia do novo espetáculo do Grupo Corpo: “Gira”, inspirado em ritos da umbanda.
Ainda no programa de segunda-feira, o especialista em oratória Guilherme Miziara dá dicas de como se comunicar melhor em público, em diferentes situações.

SERVIÇO:
Sem Censura
Segunda-feira, 21 de agosto, às 17h, na TV Brasil.


Um dos mais importantes nomes da fotografia no país, J.R. Duran é o entrevistado do programa “Conversa com Roseann Kennedy” de segunda-feira, dia 21.


Já chamado de “Mago das lentes”, J.R. Duran é famoso por seus ensaios de nu artístico, retratos e publicidade. Com forte sotaque catalão, que mantém mesmo depois de décadas no Brasil, Duran conversa sobre a arte de se produzir imagens memoráveis. Na era dos smartphones, o fotógrafo confessa não fazer "selfies." Perguntado sobre o que acha desse tipo de foto, é taxativo: “Nada!”

“O fato de todo mundo poder fotografar com o celular não muda nada, porque as pessoas o fazem sem pensar”, analisa. “É a mesma coisa que na época em que não existiam canetas. Então a Bic inventou a caneta Bic e isso não quer dizer que todo mundo virou escritor. A única coisa de positivo é as pessoas entenderem que fazer uma boa foto não é tão fácil quanto parece.”


Autor de incontáveis ensaios de nudez e capas de revista com os maiores símbolos sexuais do país, Duran gosta mesmo é de fotografar pessoas. “Mesmo nas fotos de nus, eu não penso no corpo. Eu penso no momento, no ‘timing’ e na veracidade da fotografia.” Para ele, suas fotos devem ser autênticas, naturais e passar a sensação de que aconteceram por acaso. “Na fotografia que eu faço, normalmente, o que eu procuro é não ter tratamento de imagem nenhum.”

Perfeccionista, o fotógrafo sempre busca a superação em suas produções. “Procuro uma perfeição. Eu procuro uma qualidade de fotografia que, por mais interessante que eu tenha feito a coisa ou que eu goste, vou querer sempre tentar aprimorar. É que nem jogo de futebol: tanto faz o último jogo, o importante é o próximo”. E conclui com simplicidade e bom humor: “O segredo da boa fotografia é muito simples: É só não mostrar foto ruim.”

SERVIÇO:
Conversa com Roseann Kennedy – Fotógrafo J.R. Duran
Segunda-feira, 21 de agosto, às 21h30, na TV Brasil.


Documentário “Do outro lado do mundo” retrata a experiência de duas mulheres criadas sob culturas diferentes.


Às 23h de segunda (21), a TV Brasil exibe o documentário angolano “Do outro lado do mundo.” O filme conta a história de duas mulheres que encontram o amor em uma terra distante e ao lado de uma pessoa estrangeira. As motivações dos dois casais vindos de realidades e nacionalidades diferentes são o tema central.

Paulina, uma angolana do Bentiaba, conhece o chinês Johnny, que foi a Angola trabalhar na construção de uma estrada.

A chinesa Sofia chega a Angola com o marido, Inácio. O casal teve que deixar o filho na China, temporariamente. Inserida em uma cultura diferente, com um nome adaptado para facilitar a pronúncia, “Sofia” procura entender se a mudança não a separou demais de si própria.


As duas mulheres partilham a coragem e a ousadia para mudar o próprio destino e quebrar barreiras culturais em busca da felicidade. Por meio de línguas e costumes muitas vezes contrastantes, Paulina, Johnny, Inácio e Sofia dão seus depoimentos sobre amar. Refletem sobre a ausência, aquela sentida por alguém que se vai, e a que se pode instalar quando chegamos ao que nos é ainda estrangeiro.

52 min. País: Angola. Ano: 2016. Realização: Rui Sérgio Afonso.

SERVIÇO:
“Do outro lado do mundo”
Segunda-feira, 21 de agosto, às 23h, na TV Brasil.

Licenciada em Robertologia Aplicada e Ciências Afins. Redatora militante do Portal Splish Splash e Administradora do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal.

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