“Zé da Pipa” ficou impressionado em Natal





Por: Carlos Alberto Alves
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Levei comigo nesta viagem a Natal, Rio Grande do Norte, o meu fiel companheiro “Zé da Pipa”. Foi a primeira vez que ele me acompanhou, mas confesso que estava receoso que o dito cujo, mulherengo como é, se portasse indevidamente. Mas não. No sábado, no Bar Fã Clube Roberto Carlos Luz Divina, do nosso grande amigo Francisco Assis, vulgo “Chico Popular”, manteve aquela postura que o “chefe” sempre exige quando se representa o Portal Luso – Brasileiro Splish Splash. Aliás, essa é também uma recomendação do administrador que, muito embora seja um gajo do carago, em toda e qualquer circunstância se revela um “menino” bem comportado, mau grado o facto de ser “galanteador de borboletas”.

Nosso “Zé da Pipa” ficou encantado com o que viu no bar do “Chico Popular”. Todas as fotos do Roberto Carlos lá colocadas foram analisadas e comentadas por ele. E as pessoas que lá estavam ficaram surpreendidas com a cultura robertocarlística do “Zé da Pipa” que só não gostou de uma “coroa” que lá se encontrava a exibir-se cantando Roberto Carlos. Em surdina, o “Zé da Pipa” dizia-me que, com aquela voz, espantava tudo e todos. Uma loira espampanante, quiçá com os seus 70 anos de idade, mas, como referiu o “Zé da Pipa”, ainda a “levava ao castigo”, mas sem ela cantar Roberto Carlos, talvez preferisse o “bacalhau caralho” do Quim Barreiros.

No domingo, almoçamos na praia de Ponta Negra, muito movimentada com gente a caminhar e muito mais. Nesse dia, o “Zé da Pipa” estava mesmo fora de si ao ver tanta bunda jeitosa e peitos avantajados. De facto, naquela praia uma loucura e ali, por certo, nenhum “santo” resistiria. Quando voltamos da praia, o “Zé da Pipa” pretendeu ir ao hospital para uma consulta ao oftalmologista porque, segundo ele, estava com os “olhos em bico” como os chineses. E esta, heim! 
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    Comentários

1 comentários :

  1. Não sei se foi o menino Carlos Alberto Alves ou o menino Zé da Pipa que confundiram o nome da música do Quim Barreiros, que na verdade é "O bacalhau quer alho", parecido com o nome que consta no texto, mas apenas quando se pronuncia e não na escrita. Gostei de saber que o menino Zé da Pipa esteve no Luz Divina, do nosso amigo robertocarlista Francisco Assis, para o qual mando aquele abraço, extensivo aos meninos Carlos e Zé da Pipa, é claro.

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