Roberto e as muitas das suas recordações




Por: Carlos Alberto Alves
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É por demais axiomático que Roberto Carlos é o maior cantor da América do Sul e um dos maiores à escala mundial da canção romântica. Quantas vezes eu já escrevi isso? 10, 20, 30? Não sei. Só sei que não me canso de fazê-lo porque isso corresponde inteiramente à verdade. Um vero mais do que vero. Quem pode duvidar? Ninguém terá essa ousadia. Contra factos não há argumentos. E se alguém porventura desmentir tudo isto é porque quer ser “metediço na ribalta” e não conhecer minimamente o trajeto deste enormíssimo cantor romântico, um excelente pai, um excelente patrão, um excelente amigo do verdadeiro amigo.

Roberto Carlos gosta de passar nas suas entrevistas muitas das suas recordações de infância e não só. A primeira vez que cantou na rádio, o dia em que chegou a casa e disse a D. Laura que não queria ser médico, mas sim cantor. Médico? Lembro que, mais do que uma vez, escrevi o seguinte: teríamos um médico-só-por-ser-médico (dá para entender?) e teríamos perdido um cantor que posteriormente atingiu o maior patamar do sucesso. E, com o decorrer do tempo, dos sucessos-em-sucessos, D. Laura terá pensado para si: “verdade, verdadinha, a razão do lado do Roberto, isto é, ele nunca seria um bom médico e cantar um sonho que passou a uma das maiores realidades. Sucessos atrás de sucessos”. Pois é D. Laura como seu filho ainda gosta de recordar aquele dia em que chegou a casa e disse “não à medicina, mas tão somente à música. Cantor eu quero ser”. E assim foi. E os resultados estão à vista: Roberto o maior de todos. Por onde passa neste Brasil lés-a-lés e no estrangeiro, os seus shows registam casas literalmente cheias. Mas, nos shows, há sempre algo de especial que Roberto Carlos canta uma homenagem sempre muita sentida a sua mãe Lady Laura. Por algumas vezes assisti a esse verdadeiro momento de emoção, na voz e no seu rosto. No Maracanã, Macaranãzinho, Projeto Emoções em Alto Mar (2 vezes), São Paulo e, finalmente, há bem pouco tempo em João Pessoa.

É assim Roberto. Sente a emoção quando um amigo lhe oferece algo que se enquadra nos seus desejos, sobretudo carros, uma das suas maiores paixões. E aquele “calhambeque” azul que lhe foi ofertado por Emerson Fittipaldi, também seu fã. Que surpresa para o rei. E Fittipaldi cumpriu a sua promessa. Outro momento inolvidável para o rei Roberto Carlos.

Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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