ÀS QUARTAS – FEIRAS – Da “mágica do computador”




Por: Carlos Alberto Alves
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Carlos Alberto Alves

Quando se tem classe, quando se tem qualidade ímpar, óbvio que não há ninguém que resista em plagiar o que de bom há em artistas, por exemplo. No caso presente, não aplico o plagiar, mas tão-somente, numa associação de ideias, adjectivar “caronas” termo brasileiro que, para o português, é o mesmo que boleia. Sim, “caronas”. E quantas “caronas” o Rei Roberto Carlos já deu ao longo dos seus 50 anos de brilhante carreira? Creio que centenas e centenas. Com isto quero dizer, para ser mais explícito, que muitos outros cantores já interpretaram muitas das suas genuínas canções, sobretudo em espetáculos públicos. É caso para se perguntar, afinal quem não canta Roberto Carlos? Creio que, numa escala de 1 a 100, por exemplo, muito poucos.


Esta questão das “caronas” (entenda-se por outros artistas que interpretam canções de Roberto Carlos) tem a ver com uma entrevista que presenciei na televisão Bandeirantes e em que uma cantora, de nome Teresa Cristina, acompanhada pela Banda do Vítor (quem-é-quem?), afirmou que, no dia primeiro de Maio, num espetáculo livre, interpretaria músicas e letras de Roberto Carlos e, segundo a sua própria revelação, não é tarefa nada fácil. Claro que Rei só há um, o Roberto e mais nenhum. Mas, bem vistas as coisas, fazendo um paralelismo em termos de valores, para o nosso Rei até é uma honra essas denominadas “caronas”, conquanto se reconheça que, para Roberto Carlos, nada o tira da cadeira do trono. Será Rei da canção eternamente. As “caronas”, essas, vão continuar nesta e em futuras gerações.
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