Se fosse candidato a presidente da república Roberto ganharia as eleições






Por: Carlos Alberto Alves
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Em tudo o que seja para se ser líder tem grande peso a popularidade e a honestidade a todos os níveis, o que, nos últimos anos e, pelo que se conhece, não tem acontecido. Anos de uma corrupção que colocou o Brasil de rastos e, em cada dia que passa, mais casos vêm à tona relacionados com políticos ligados ao sistema corrupto. A meada começou a estender-se e é o que se tem visto. É uma tristeza ver um país com grandes potencialidades económicas entregue a esses políticos vigaristas e cujas máscaras caíram, sobretudo quando entrou em ação o juiz Sérgio Moro, homem sem medo e de consequente linha dura.

Ora, com o substituto de Dilma Rousseff também apanhado nessa teia (quem havia de dizer...), o então presidente em exercício Michel Timer, fala-se muito em novas eleições, inclusive abertas, mas, até ao momento, não se viu um nome de peso para arcar com tão pesada herança. Ontem, em amena cavaqueira com uns amigos do povo, falou-se do rei Roberto Carlos que, pela sua conduta de homem sumamente sério e inteligente, juntando a sua enorme popularidade, daria um bom presidente, embora se saiba que Roberto Carlos tem uma vida de enorme estabilidade e que, ipso facto, não necessita de passar pela política. Mas, como se dizia nessa dita conversa, o homem para ser o espelho fiel deste país. Se, de facto, Roberto Carlos entrasse nessa corrida não temos a menor dúvida, pelo que já vimos ao longo destes treze anos em que me encontro no Brasil, que a sua enormíssima popularidade o conduzia a uma vitória, apesar de se saber, também, que os invejosos e detratores que surgem de quando em vez nas redes sociais (são pouco, é certo), formarem uma facção do contra. E, curiosamente, fizemos uma votação secreta num papelucho que por mim foi aberto e todos opinaram o seguinte: se fosse candidato a presidente da república Roberto ganharia as eleições. Pessoalmente, arrisco a dizer que ganharia sem ir ao segundo turno.
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