Exposição individual de fotografia RESILIÊNCIAS de RUI TAVARES

 
 
Alba Bittencourt
Portal Splish Splash

No dia 01 de Junho de 2017 (5ª feira), às  18H30  no Camões/Centro Cultural Português  (Av. de Portugal nº 50), será inaugurada a Exposição de Fotografia  RESILIÊNCIA do artista RUI TAVARES.  
A  exposição ficará patente ao público até dia 22de Junho.  

SOBRE A EXPOSIÇÃO


Em RESILIÊNCIAS o artista RUI TAVARES apresenta 25 trabalhos em alumínio, acrílico, tela e papel. Citando o artista “Resiliência é a capacidade do individuo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças., superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas sem entrar em ruptura psicológica, emocional ou física.

Nas organizações, Resiliência pode ser uma tomada decisão de alguém que se depara com um contexto de tensão, que limita a sua vontade vencer. Essa decisão poderá  funcionar como mola impulsionadora para ultrapassar a dificuldade.



A Resiliência de cada individuo depende da interacção de vários factores complexos, como  círculo social,  família e cultura, entre outros. É variável ao longo do tempo e  pode afirmar-se em diversas dimensões  da pessoa, como trabalho,  saúde física e mental e relação com o outro”.

No âmbito da sua pesquisa criativa a originalidade do trabalho de RUI TAVARES decorre da utilização de diversas técnicas e da combinação de diferentes materiais e suportes. O artista explora, a cada momento, as surpresas que lhe reserva a combinação da pintura com a Polaroid ou das tintas néon com as colagens. Cada fotografia revela um pouco da sua personalidade, embora o conceito de máscara seja um dos elementos da sua poética.

Em RESILIÊNCIAS, RUI TAVARES combina, pela primeira vez, o seu conceito de fotografia criativa com imagens do seu trabalho com a Companhia de Dança Contemporânea.   

SOBRE O ARTISTA


RUI TAVARES nasceu em 1971, angolano, inicia-se na fotografia em Portugal em 1987.

Em 1991, em Luanda, interessa-se pelas imagens de dança e no ano seguinte inicia a sua colaboração com o Conjunto Experimental de Dança, posteriormente designado Companhia de Dança Contemporânea de Angola (CDCA), de que é um dos membros fundadores.

Inicia-se assim o seu percurso como profissional nas áreas da fotografia e desenho gráfico. Responsabilizado pelo Gabinete de Imagem e Divulgação da CDCA, encarrega-se igualmente de todo o material promocional e imagem desta companhia de dança angolana, a nível da imprensa.

Desenvolve actividade similar junto do Instituto Nacional de Formação Artística e Cultural (INFAC), órgão do Ministério da Cultura de Angola. Neste Instituto exerce, a partir de 1995, a sua actividade como docente da Escola Nacional de Artes Plásticas, para a qual elabora o programa e introduz a disciplina curricular de fotografia.

Com formação académica em Arquitectura e Urbanismo (Universidade Agostinho Neto, Universidade Gallecia e Universidade Lusófona) todo o seu percurso ligado à fotografia de dança desenvolve-se junto da CDCA enquanto mantém colaboração com as áreas da moda, publicade e desenho gráfico.

Em 1996 participa na II Bienal de Fotografia de Bamaki, Mali, como exposição convidada. É a partir desse momento que o seu trabalho começa a ganhar projecção a nível do continente.

Em 1998 tem o seu trabalho apresentado na revista francesa de artes plásticas Revue Noire, nº 29, e é incluído no ano seguinte no livro “Anthology of the African Photography”, ed. revue noire. Este livro reúne a história da fotografia africana e de origem africana desde o seu início ate´ao final do séc. XX.

Em 2003 é editado o livro “A Companhia de Dança Contemporânea de Angola”, do qual é responsável pela autoria gráfica e fotografia.

Já efectuou exposições de fotografia em Angola, África do Sul, Brasil, EUA, Espanha, França, Mali, Namíbia e Portugal.

Na II Trienal de Artes de Luanda, em 2010, apresenta a instalação “A Casa Azul”.
No ano seguinte, no Elinga Teatro em Luanda, o artista apresenta pela primeira vez ao público o resultado de 20 anos de trabalho com a Companhia de Dança Contemporânea, com a exposição “XX Anos – 20 Imagens”.

No âmbito da sua pesquisa criativa pessoal, a originalidade do seu trabalho decorre da utilização de diversas técnicas e da combinação de diferentes materiais e suportes. A escrita é um elemento recorrente na obra deste fotógrafo que explora a cada momento as surpresas que lhe reserva a combinação da pintura com a Polaroid ou das tintas néon com as colagens. Nas suas últimas criações Rui Tavares experimenta a fotografia digital sobre tela, alumínio e acrílico. Cada fotografia revela um pouco da sua personalidade, embora o conceito de máscara seja um dos elementos da sua póetica.

Para a exposição “Resiliências” combina pela primeira vez o seu conceito de fotografia criativa com imagens do seu trabalho com a CDCA.

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