Cinco estudos que todo mundo preferia não ter visto


Do UOL, em São Paulo

Sabe aquele pratão delicioso que você bateu no jantar e deu aquele soninho? Se a intenção for se jogar na cama logo depois, melhor mudar de ideia. 

Isso porque a própria ciência já descobriu que, se durante o processo de digestão cairmos em sono profundo, nosso organismo entra em conflito por serem duas atividades importantes acontecendo ao mesmo tempo.

Para nossa infelicidade, ou não, muitos estudos nos deixam com a impressão de que não é possível fazer nada de legal nessa vida, pois sempre existe algum efeito adverso. Melhor, inclusive, nem ter visto alguns estudos. Confira alguns exemplos!

Pão e o aquecimento global


Sua manhã só começa realmente quando você saboreia aquele delicioso pãozinho francês, de preferência com uma manteiga por cima e torrado na chapa? Pois saiba que este alimento não é tão inocente assim. 

Tudo culpa do uso insustentável de fertilizantes, afirma um estudo publicado na revista Nature Plants, que analisou o impacto ambiental de um único pedaço de pão de sementes na nossa primeira refeição do dia.

Surpreendentemente, o maior dano ao nosso planeta ocorre quando o nosso pão ainda é apenas um grão de trigo minúsculo. Os fertilizantes são os culpados, sendo mais precisamente o de nitrato de amônio. 

A boa notícia é que o alimento foi simplesmente usado como exemplo para chamar a atenção do público e destacar a dependência excessiva dos fertilizantes em nosso sistema alimentar. Ufa!

Mais xixi do que você imagina


Já desconfiou que naquela piscina em que você nadava tinha gente fazendo xixi? Saiba que você provavelmente estava certo. 

De acordo com um estudo realizado no Canadá, não existe piscina pública que escape. Só que, além de pouco higiênico, a urina na piscina reage com o cloro presente, produzindo substâncias danosas à saúde.

O estudo descobriu que uma piscina com cerca de 900 mil litros de água (quase o tamanho de uma piscina semiolímpica) chega a conter 75 litros de urina - o equivalente a um barril e meio de chopp ou a 0,0083% do volume de água. 

Em pessoas suscetíveis, isso pode causar problemas respiratórios, cardíacos e neurológicos, além de irritação dos olhos, ouvidos e pele. Para evitar que a piscina fique cheia de xixi, é importante se conscientizar e não urinar nela. Nem é tão difícil, vai! O problema é todo mundo fazer o mesmo, né?

Viajar muito faz mal


Basta dar uma olhada nas redes sociais para identificar aquele amigo que adora viajar: fotos de lugares diferentes a cada semana no Instagram  e constantes check-ins em aeroportos no Facebook, entre outros exemplos. 

Um estudo menciona que viagens frequentes, principalmente para negócios, provocam solidão, amizades enfraquecidas, e "uma redução da capacidade de participar na vida da família".

Além disso, pessoas que se envolvem em viagens frequentes podem ter reações psicológicas, emocionais e físicas adversas. Entre elas, estão jet lag, privação do sono, trombose venosa profunda [coágulos de sangue], e exposição à radiação. 

Os riscos ambientais do aumento das emissões de gases de efeito estufa também existem, além da fadiga e da maior exposição a germes e radiação.

É melhor ser feio


Você é lindo, gostoso e super legal. Aparentemente, tem tudo para dar certo na vida amorosa, certo? 

Não é bem assim, de acordo com três pesquisadoras de Harvard (EUA). Elas defendem que o relacionamento com pessoas atraentes podem ter vida mais curta do que com indivíduos com uma beleza mais "normal".

De acordo com a líder do estudo, Christine MaKellams, pessoas atraentes estariam mais propensas a términos e divórcio porque têm menos força de vontade para manter um relacionamento saudável. 

As estudiosas apontam ainda que a beleza daria a ideia de que há mais e melhores opções de escolha fora do namoro ou casamento atual. Será?

GPS atrapalha seu cérebro


Se você é daquele tipo que não consegue encontrar um endereço sem a ajuda do GPS, este estudo é desesperador. 

De acordo com o "Scientific American", duas áreas do cérebro, que trabalham em conjunto e de forma colaborativa ajudando a memorizar trajetos quando você dirige em locais desconhecidos, simplesmente "desligam" ao usar o navegador. Ou seja: você pode se tornar mais perdido ainda a longo prazo!

Essas áreas estão no hipocampo, estrutura relacionada à memória e à navegação espacial, que funciona como um guia interno que "grava" os caminhos percorridos, fazendo-o lembrar de como chegar a um destino específico. 

Com o uso do GPS, isso não acontece. Ou seja: melhor prestar atenção por onde anda e abandonar um pouco a tecnologia.






    Deixe o seu comentário

0 comentários :

Enviar um comentário