ÀS QUINTAS - FEIRAS - Roberto Carlos na berlinda




Por: Carlos Alberto Alves
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De Carlos Eduardo Nogueira Ribeiro
Anteriormente contei-lhe da minha emoção junto com Dudu, filho de Roberto, quando ele nos mostrou a canção NOSSA SENHORA, em primeira audição. Também pude presenciar, quando Roberto disse ao filho: "Meu filho Dudu, esta é a primeira canção, de tantas que compus para sua mãe, com todo meu amor” e começou a dedilhar ao violão COMO É GRANDE O MEU AMOR POR VOCÊ. Posso, como amigo pessoal, que seguramente a mulher que Roberto mais amou foi, indubitavelmente, Cleonice Rossi Braga, carinhosamente chamada por ele de Nicinha. Roberto viveu momentos felizes e de amor com Mirinha, a atriz Miriam Rios, e depois Maria Rita, sua última esposa, que desde a infância, aos 11 anos, dizia: nunca beijarei ninguém, pois quero me guardar para ser esposa de Roberto Carlos. E assim conseguiu, pena que por apenas 7 anos. Uma doença maldita, um câncer na região pélvica, lhe abortou o sonho de envelhecer ao lado do seu ídolo, que a presenteou, em seu aniversário de oito de abril de 1996, casando-se com ela.
Mas, Roberto, realmente aquele amor, que tantos de nós falamos, ele dedicou a Nice, mãe de seus filhos, Roberto Carlos Braga, segundo, Luciana Braga. Ana Paula ele a assumiu, pois Nice já a tinha com dois anos e o pai não a assumiu e, depois, em 1990, aparece Rafael Carlos Braga, fruto de apenas uma noite com uma fã em Minas Gerais, no iniciozinho de sua carreira.
Roberto prova com isso o quanto é um Homem de verdade, que assumi seus compromissos e não como muitos, que deixaram morrer a mingua uma filha , somente porque ela era negra, pois, se fosse loira, certamente a teria assumido.
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