ÀS QUARTAS – FEIRAS – Da “mágica do computador”




Por: Carlos Alberto Alves
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Helena dos Santos, moradora suburbana, pobre, que acompanhou ROBERTO CARLOS por vários discos era tida como “a mãe preta” por uma reportagem da Revista Manchete em primeiro de abril de 1967.
É Proibido Fumar foi o primeiro LP pop inteiramente irretocável da história nacional.
No Jovem Guarda os jovens guardistas tiveram de superar a resistência inicial de patrocinadores que se horrorizavam com a “delinqüência” cabeluda da moçada transviada.
A revista Realidade em um das reportagens listou as gírias da juventude da época do Jovem Guarda, como: bandidão (rapaz bonito), boneca (garota bonita) bidú (pessoa ótima, notável), barra limpa (pessoa simpática), barra pesada (malandro), papo firme (conversa verdadeira), papo furado (conversa ruim, mentira) e o BRASA era ROBERTO CARLOS.
Sedimentando um género salvaguardado por seu primeiro hino nacional (Quero que vá tudo pro inferno) ROBERTO CARLOS estava pronto para adentrar a fase mais explosiva de sua criatividade.
Sabia que ROBERTO CARLOS assumia a disparada do estrelato e do coração das menininhas, sendo aclamado REI da Juventude pela Liga das Senhoras Católicas e, logo em seguida por Chacrinha?
Num dos festivais da Record ROBERTO CARLOS perdeu o título de melhor intérprete para Jair Rodrigues.
Em maio de 1966 a Revista Realidade atestaria que o Programa Jovem Guarda foi um fenômeno instantâneo especialmente entre o público feminino na faixa etária de 10 a 16 anos.
ROBERTO CARLOS gelou ao verificar que a capa do seu primeiro LP (Louco por você) estava um casal estranho que os executivos da Columbia havia decidido por utilizar um cromo do banco de imagens mundial da gravadora, na verdade a mesma foto que ilustrava a capa de um LP do tecladista americano Ken Griffin.
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