ÀS QUINTAS – FEIRAS – Roberto Carlos na berlinda




 

Por: Carlos Alberto Alves
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Testemunhos de Carlos Eduardo
Eu como amigo pessoal do rei Roberto Carlos, tive gratas oportunidades de viver momentos interessantíssimos ao seu lado, aliás, como aqui já relatei, a questão do privilégio de ouvir em primeira mão a musica NOSSA SENHORA. Estávamos em  Miami, com Roberto terminando de colocar voz em mais um disco anual, a ser lançado na época do Natal. Voltamos perto da meia-noite do estúdio critéria e no carro da frente seguiam Roberto e sua fiel escudeira Carminha; atrás víamos eu e Edu engenheiro de gravação. De repente, Roberto pára bruscamente num estacionamento de uma agência bancária. Paramos atrás e fomos ver o que havia acontecido. Roberto disse-nos : "bicho atropelei um sapinho e gostaria muito que vocês pegassem com uma sacola plástica e o retirassem da pista, pois o coitadinho vai virar uma pasta com tantos carros passando por cima dele. Eu prontamente fui ao porta-malas peguei uma sacola e  retirei o sapinho do asfalto, atendendo assim ao pedido de Roberto. Aliás, aquela avenida é conhecidíssima em função dos tantos sapos que a cruzam e até jacarés. Nesse instante, chega uma viatura de policia, um dos guardas coloca um holofote no rosto de Roberto e pede explicações, por estarmos ali aquela hora no estacionamento de uma agência bancária. Roberto explica-lhe a situação o guarda ri, quer saber quem é Roberto e para que hotel iriamos nos hospedar. Depois que Roberto mostra-lhes todos os documentos e diz sou cantor estou gravando meu disco aqui perto no critéria, o guarda diz: "mas o senhor parou, porque atropelou um sapo”. Agora façam o favor de ir direto para o hotel e sem mais conversas.
Outro fato acontecido no aeroporto de Congonhas São Paulo. Roberto sempre tinha que ser o último a embarcar e o primeiro a desembarcar, tudo para evitar tumultos. Caminhamos pela pista quando Roberto me pede carinhosamente: "CARLOS EDUARDO por favor pega essa libelulazinha pra mim ", claro prontamente abaixei-me e a peguei, estava conosco Luiz Fernando Rocha, empresário  já falecido. Íamos para Londrina , Roberto faria show naquela noite e já eram 16H00. Roberto foi o voo inteiro tentando fabricar uma asinha para a libélula. Chegamos em Londrina, fomos para o hotel e Roberto continuava tentando de todas as formas  construir uma asa para a  libélula. Isto provocou  um atraso de três horas para o inicio do show, mas o público fiel, quando ele pisa o palco, o ovaciona e vai ao delírio como sempre. Roberto até conseguiu fazer a asinha para a libelula, porém ela insistia em não voar, ficou hospedada em sua suíte e retornou a São Paulo conosco. Roberto além excelente ser humano é muito preocupado com a ecologia, com animais e até insetos.
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    Comentários

1 comentários :

  1. Será que o Carlos Eduardo se recorda em que ano foi este acontecido em Londrina? É minha terra onde resido. Acho que fui neste show, era uma criança ainda, ou talvez adolescente. Só sei que foi a primeiras vez que vi o Roberto num show, o qual, sua esposa Nice o acompanhava.
    Minha falecida irmã era muito fã dele e quando o show terminou ela fez questão de ir pelos fundos do Ginásio Colossinho. Eu vi de tão perto como nunca e minha irmã tocou nos braços deles e saiu gritando Que Deus a tenha, desde então, comecei a ser fã dele.

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