ÀS QUARTAS – FEIRAS – Da “mágica do computador”




Por: Carlos Alberto Alves
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“O LP de Roberto Carlos “Em ritmo de aventura’’ fez tamanho sucesso que a CBS lhe deu um jaguar de presente.''
''No ano de 1967, Roberto Carlos apaixonadíssimo e sem revelar ao público compôs a música ‘’Meu grito’’ gravada pro Agnaldo Timóteo, música que revela Timóteo e vai aos primeiros lugares das paradas.''
"Aos 60 anos, Roberto Carlos dedica-se a rejuvenescer sua imagem. Dedicou-se à gravação de um CD acústico, com a chancela da MTV. A exemplo de Nirvana, Paralamas do Sucesso, Titãs, Capital Inicial e dezenas de outros grupos estrangeiros e nacionais, Roberto quer renovar sua platéia, reaproximar-se da juventude que um dia capitaneou".
"Ao retornar aos palcos, em um show no Recife, em novembro 2000, após quase dois anos de afastamento, Roberto Carlos tinha uns reflexos prateados por cima dos cabelos para dar um charme. Não quis pintar porque já está acostumado".
" Cabelos compridos, as roupas coloridas e a gíria - que incluía expressões como "é uma brasa, mora" - viraram moda. "Ele sugeriu que todos nós, cantores da jovem guarda, usássemos cabelos compridos", lembra Wanderley Cardoso. Nessa época, Roberto tinha um Impala vermelho e vivia cercado de garotas, conta Wanderley. "Demorava três horas se olhando no espelho até achar que estava bonito. Aí entrava no palco."
"A jovem guarda foi um fenômeno comercial, com a venda de cintos, botinhas e calças com a marca Roberto Carlos. A euforia durou até 1968, quando a audiência do programa caiu. Mas o Rei estava no final de um ciclo. A partir da década de 70, passou a cantar canções românticas e de inspiração religiosa, após o sucesso estrondoso da canção Jesus Cristo, postura que mantém até hoje. A jovem guarda passou, Roberto Carlos ficou".
"Manias e superstições sempre nortearam sua vida. "No início da carreira, quando visitou uma fábrica de automóveis, deu duas voltas no prédio porque queria sair pela porta por onde entrou", lembra Marcos Lázaro, empresário do cantor entre 1963 e 1987. Jamais usou a expressão "fita demo" (gravações em estúdios caseiros), preferindo "fita amo", conta Charlles Nogueira, um dos empresários do Rei. O verbo "morrer" para ele não existe, prefere "terminar". "É uma questão de atitude: Roberto Carlos atrai coisas boas com palavras e gestos positivos", explica Nogueira".
Carlos Alberto Alves

Sobre o autor

Carlos Alberto Alves - Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Redator do Portal Splish Splash e do site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. Colabora semanalmente no programa Rádio Face, da Rádio Ratel, dos Açores. Leia Mais sobre o autor...

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