Retrospecto - Roberto Carlos (4)




Por: Carlos Alberto Alves
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Ó KING eu estou aqui!
No ano de 2000, já estava um pouco virado para o Brasil ao escrever algumas matérias sobre figuras deste país, sobretudo as mais conhecidas, incluindo neste contexto personagens ligada à música brasileira, um deles Roberto Carlos que desfruta de enorme popularidade em Portugal. Aliás, há que dizer que as rádios portuguesas divulgam constantemente as músicas do Roberto Carlos, à semelhança de muitos outros artistas brasileiros, destacando, nomeadamente, Fafá de Belém, que registra o maior número de viagens ao país luso, segundo informação que recolhi junto do Consulado de Portugal no Rio de Janeiro, através do contato que mantive com a Doutora Maria José Silva, vice-cônsul.
Hoje por hoje, não me canso de ouvir as músicas do Roberto Carlos, idem os seus “shows” na televisão. Mas, ao vivo, posso dizer que marquei presença em alguns shows.
Tendo em conta a admiração que sempre nutri por Roberto Carlos, nesse mesmo ano de 2000 (de que falo inicialmente), acabaria mesmo por escrever uma matéria relacionada com os problemas que o king estava atravessando com a doença de sua mulher Maria Rita e, por via disso, recebi muitos e-mails de brasileiros que vivem em Portugal, parabenizando pelo conteúdo da matéria em questão, na qual procurei colocar, acima de tudo, o meu espírito de humanismo e solidariedade para com Roberto Carlos.
Agora que estou no Brasil há doze anos, mantenho esse mesmo carinho por Roberto Carlos. Sou, ao cabo, mais um fã incondicional da sua música, do seu talento, considerando-o, ipso fato, o maior embaixador da música brasileira. Penso que não é exagero da minha parte, servindo como real testemunho, o “show” que realizou no Estádio do Maracanã e cujo público não arredou pé quando foi surpreendido por um enorme dilúvio. Lá estava eu, apanhando uma enorme chuvada e como reflexo uma gripe incomodativa. Mas valeu a pena para acompanhar o rei.
Óbvio que aqui no Brasil já participei em duas coletivas inseridas no Cruzeiro Emoções em Alto Mar e, também, como jornalista, em shows no Maracanãzinho e na Arena do Palmeiras (2015). No Maracanãzinho, recordo aquele em que Roberto enfrentou um tremendo engarrafamento para ali chegar (2 horas de atraso). E que mais posso dizer? Por certo, não vou ficar só por este registo. De escrita, já levo mais de três baús cheios. Quanto a shows, vamos ver o que me reserva. Não estarei em Portugal, mas, no Porto, teremos lá um grande representante, o irmão-camarada, amigo, gajo do carago, Armindo Guimarães.
Abertura do Show do Roberto Carlos no Maracanãzinho

Jornalista há mais de 50 anos com crónicas e reportagens na comunicação social desportiva e generalista. Atualmente com site próprio (http://jornalistacarlosalbertoalves.blogspot.com) e contribuidor diário no Portal Splish Splash e no site oficial da Confraria Cultural Brasil-Portugal. jornalistaalves@bol.com.br

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