Novo CD de Naldo traz participações de Erasmo Carlos e Mano Brown

DO TEXTO:


"Sarniô", de acordo com Naldo Benny, é uma gíria usada no complexo da Maré, no Rio de Janeiro, que significa "tirar onda". Mas o cantor quer muito mais do que isso com o seu "#Sarniô", disco recém-lançado, que traz 17 músicas gravadas em um estúdio montado em sua própria casa. Seu objetivo é repetir o sucesso obtido com "Amor de Chocolate", de 2012, que levou seu funk ao topo das paradas musicais de todo o Brasil. Ou ir além.

 "Esse álbum tem uma energia incrível e complementa minha carreira", avalia Naldo, que em seu novo disco se desprende levemente do funk e abraça o pop e o hip-hop, caminho semelhante ao escolhido por Anitta em sua carreira. "Dentro do funk há a denominação "funk pop" e tenho investido nisso, porque dá para trabalhar mais o meu canto. Mas o funk é a minha raiz, e isso não mudará nunca", deixa claro o artista.

 Duas das 17 canções de "#Sarniô" são regravações: "Faz Sentir", duo com a cantora norte-americana K. Rose, e "Te Pego de Jeito". Ele ainda conta com parcerias especiais, como Mano Brown e Erasmo Carlos. Outro fator que Naldo considera o diferencial do novo álbum é a capa, desenhada pelo artista plástico Romero Britto. "Eu o conheço há seis anos, e ele disse que faria um quadro em minha homenagem. Daí pedi para que, em vez do quadro, ele desenhasse a capa do CD. Ele topou e ficou uma maravilha", afirma.


FAMÍLIA
 Em alta nas paradas das rádios brasileiras, a faixa "Meu Bem" foi escolhida como a música de lançamento de "#Sarniô". Com letra curta e romântica, além de uma batida bastante dançante, o artista diz que a canção o faz sentir confortável em cima do palco. "Tem elementos do pop e também do funk. A música é tão gostosa que ficaria cantando por um bom tempo", diz.

 Em "Tão Especial", ele exalta a paixão e os momentos íntimos com a mulher, Ellen Cardoso. Na melodia, há um toque de soul e hip-hop dos anos 1990, cheio de falsetes, gemidos e sussurros.

 A pequena Maria Victória, de nove meses, fruto da relação de Naldo com Ellen, também é lembrada. "Minha Victória" encerra o álbum, com declaração de amor do pai coruja. "Ela fica hipnotizada e paralisada toda vez que canto para ela.

" Pablo Jorge, primogênito de Naldo que se lançou como cantor há pouco tempo, divide o vocal com o pai em "Nu Grau", faixa com letra bastante erotizada. "Meu filho tem se revelado um ótimo artista", diz.

in-http://gcn.net.br
POSTS RELACIONADOS:
Enviar um comentário

Comentários